CSX Holding apoia Paulo Opice Blum na formação de uma nova geração de líderes
Em um mundo transformado pela inteligência artificial, por novas relações profissionais e por mudanças cada vez mais rápidas na sociedade, Paulo Faria Lima...
Em um mundo transformado pela inteligência artificial, por novas relações profissionais e por mudanças cada vez mais rápidas na sociedade, Paulo Faria Lima Opice Blum defende uma ideia simples: os jovens não precisam esperar o futuro para começar a assumir responsabilidades. Estudante de Direito e empreendedor, Paulo vem desenvolvendo iniciativas voltadas a aproximar novas gerações de ambientes, instituições e lideranças que normalmente seriam acessados apenas em fases mais avançadas da carreira. A proposta passa por mentorias, experiências, encontros, visitas institucionais e missões nacionais e internacionais, criando oportunidades para que jovens ampliem repertório, desenvolvam relacionamentos e compreendam, na prática, como grandes decisões são tomadas. Nesse processo, Paulo também vem construindo uma rede de parceiros que ajudam a viabilizar experiências e ampliar o contato dos participantes com diferentes setores da economia. Entre eles está a CSX Holding, que apoia iniciativas e experiências ligadas a essa proposta, contribuindo para aproximar jovens de ambientes empresariais, empreendedores e institucionais. Liderança começa antes do cargo Um dos principais conceitos defendidos por Paulo é que liderança não começa quando alguém recebe um título ou assume uma grande posição profissional. Ela começa muito antes. Está na disposição de assumir responsabilidades, cumprir compromissos, buscar excelência e agir mesmo quando todas as condições ainda não parecem perfeitas. Ao longo de sua trajetória em ambientes empresariais, políticos e institucionais, Paulo percebeu algo que passou a orientar seu trabalho: ainda existe uma distância considerável entre o potencial dos jovens e os espaços nos quais decisões relevantes são tomadas. Em uma conferência internacional de cibersegurança, por exemplo, esteve em meio a autoridades e importantes lideranças do setor e percebeu a baixa presença de representantes de sua geração. Para ele, existe uma contradição nisso. Se a sociedade espera que os jovens estejam preparados para liderar no futuro, também precisa permitir que eles conheçam hoje os ambientes nos quais essa liderança será exercida. O desafio já não é acessar informação Nunca houve tanto conhecimento disponível. Um jovem pode assistir a aulas de universidades internacionais, acessar livros, acompanhar grandes empresários, utilizar inteligência artificial e estudar praticamente qualquer assunto sem sair de casa. Mas acesso à informação não significa necessariamente formação. Para Paulo, uma das principais lacunas da nova geração está justamente na transformação de conhecimento em experiência. É diferente estudar empreendedorismo e conhecer uma empresa em operação. É diferente ler sobre liderança e conversar com alguém que já precisou tomar decisões difíceis. É diferente aprender sobre diplomacia em um livro e entrar em uma embaixada para compreender como o Brasil é representado internacionalmente. “O que falta muitas vezes não é conteúdo. É ambiente.” Essa ideia ocupa uma posição central na maneira como Paulo enxerga a formação das novas gerações. Experiência como parte da formação Em vez de concentrar sua atuação apenas em palestras ou conteúdos teóricos, Paulo busca aproximar os jovens de situações e pessoas reais. Mentorias com empresários e executivos, visitas a organizações, experiências empresariais, encontros com autoridades e missões institucionais fazem parte dessa proposta. A lógica é permitir que o jovem observe não apenas o resultado de uma trajetória, mas também a maneira como profissionais experientes pensam, tomam decisões, constroem equipes e enfrentam dificuldades. É também nesse eixo de experiências que a CSX Holding se insere, apoiando ações capazes de ampliar o contato dos jovens com operações, empreendedorismo e ambientes empresariais. Para Paulo, essa exposição possui um valor difícil de reproduzir apenas dentro de uma sala de aula. O objetivo não é substituir universidades ou a formação acadêmica, mas complementar esse aprendizado com repertório adquirido no mundo real. Conexões que começam pelas pessoas A construção de relacionamentos também ocupa papel central na visão de Paulo. Embora networking seja frequentemente associado à busca direta por negócios e oportunidades profissionais, ele prefere outra lógica. Primeiro devem existir confiança, amizade e convivência. As oportunidades aparecem depois. Para Paulo, relações construídas exclusivamente com base no interesse tendem a ser frágeis. Já comunidades formadas por pessoas que compartilham experiências e criam confiança podem gerar negócios, projetos e colaborações naturalmente ao longo do tempo. Sua intenção é criar ambientes nos quais essas conexões aconteçam de maneira orgânica e possam acompanhar os jovens ao longo de suas trajetórias. Ambição com humildade Outro ponto presente na visão de Paulo é a combinação entre excelência e capacidade de aprender. Ser jovem não deve significar diminuir a ambição, assim como ter ambição não significa acreditar que já se sabe tudo. Para ele, quem deseja assumir protagonismo precisa buscar um nível elevado de entrega, mas manter humildade suficiente para ouvir pessoas mais experientes, reconhecer erros e evoluir. Também precisa compreender que grandes trajetórias são construídas ao longo do tempo. Em uma geração acostumada à velocidade das redes sociais e, cada vez mais, à velocidade da inteligência artificial, existe o risco de esperar resultados imediatos. Paulo acredita justamente no contrário: consistência continua sendo indispensável. Inteligência artificial aumenta o valor das habilidades humanas A chegada da inteligência artificial em praticamente todos os setores também influencia a maneira como Paulo pensa a formação profissional. Ele vê a tecnologia como uma ferramenta capaz de ampliar produtividade, democratizar conhecimento e transformar profundamente o mercado de trabalho. Mas acredita que essa transformação aumenta, e não diminui, a importância de determinadas competências humanas. Conforme tarefas operacionais passam a ser automatizadas, ganham relevância habilidades como comunicação, pensamento estratégico, julgamento, criatividade, capacidade de relacionamento e liderança. Para Paulo, o desafio não está em rejeitar a tecnologia. Está em aprender a utilizá-la sem perder autonomia intelectual. Do Brasil para ambientes internacionais Essa visão de formação também ultrapassou as fronteiras brasileiras. Durante uma missão internacional realizada na França, Paulo participou de agendas na INTERPOL, em Lyon, no Conselho da Europa, em Estrasburgo, e na Embaixada do Brasil em Paris. Na INTERPOL, teve contato com a complexidade de uma organização que articula cooperação internacional entre países com culturas, idiomas e estruturas institucionais diferentes. No Conselho da Europa, participou de discussões relacionadas à construção do novo Pacto Democrático Europeu. Já em Paris, uma agenda na Embaixada do Brasil permitiu contato com a atuação diplomática brasileira no exterior. Para Paulo, experiências internacionais possuem também um componente de responsabilidade: mostrar que jovens brasileiros podem participar de discussões relevantes e representar positivamente o potencial de sua geração. A disposição para começar Entre todas as ideias que orientam sua atuação, uma aparece de maneira recorrente: não esperar pelo cenário perfeito. Paulo acredita que muitos projetos deixam de existir porque seus idealizadores aguardam o momento, os recursos ou as condições ideais para começar. Esse momento, segundo ele, dificilmente chega. “Feito é melhor que perfeito.” A frase não significa abandonar qualidade ou planejamento. Para Paulo, significa aceitar que a evolução também acontece durante a execução. Começar, errar, corrigir e melhorar faz parte da construção de qualquer trajetória relevante. Uma nova geração ocupando novos espaços A visão de longo prazo de Paulo é ampliar iniciativas capazes de formar e conectar jovens de diferentes áreas e regiões. A intenção é aumentar o acesso a pessoas, instituições e experiências que possam transformar a maneira como esses jovens enxergam suas próprias possibilidades. Empresários, profissionais liberais, executivos, representantes do setor público e empreendedores podem seguir caminhos diferentes, mas compartilham a necessidade de repertório, responsabilidade e capacidade de liderança. É essa base que Paulo pretende ajudar a construir. Mais do que preparar jovens para cargos futuros, a proposta é desenvolver pessoas capazes de assumir responsabilidades desde agora. Porque, para Paulo, protagonismo não começa quando alguém recebe poder. Começa quando alguém decide assumir responsabilidade pelo próprio caminho e pelo impacto que pretende gerar ao seu redor.